A FAMÍLIA E A… MODERNIDADE

De umas décadas para cá, o ser humano tem se enfiado numa “camisa de força” que o impede de se movimentar, livremente, pelos caminhos da sua existência.

Essa presilha lhe é colocada desde a sua juventude e, pior! Com o seu venal consentimento, por desconhecer que Ela irá lhe tolher à sua liberdade plena de antever os entreveros dos passos seguintes, a serem, por Ele, propelidos. nina-leen-5-models-wearing-fashionable-dress-suits-at-a-race-track-betting-window-at-roosevelt-raceway

Na nossa era de vivência, a modernidade se apossou de nós, de uma forma modificatória, revolucionaria e, a nós… Oferecida!

O nosso sustentáculo para dar-lhe apoio, ficou dependente do nosso Saber em lhe seguir os passos e acenos.

Embora reconheça, como meritória, as luzes da modernidade, sou obrigado a lhe contrapor, apresentando algumas irregularidades que, no meu modesto entender empírico, lhe ofusca a claridade a nós dirigida, a saber:

—Não devemos colocar cimento sobre o lodaçal, pois, assim o fazendo, estaremos transitando sobre o “duro” e, sendo tremulado pelo “Mole”!

—De nada adianta Legislar sem que a resultante seja útil e, conseqüente, no combate as Causas e Efeitos das infrações graves e, pior, servindo de “válvulas de escape” para os marginais.

—As FAMÍLIAS, sem praticar a familiaridade, portanto, sem familiarizar os seus membros, principalmente, sem educar nina-leen-work-clothes-designed-by-elizabeth-phelps-known-as-lady-of-the-house-clothespara o bom proceder aos mais jovens, culminando por delegarem essa função para os colegas das ruas, sem tomarem conhecimento da honorabilidade, ou não, dos novos educadores nomeados.

—Escolas, Religiões, irmandades, etc. cuidando mais de ministrar aulas, ensinando a matéria conseqüente, mas, sem darem uma maior atenção à matéria humana dos seus alunos ou aprendizes, procurando solver os seus problemas eventuais e, pior! Não lhes dando chance de expô-los.

—As Polícias, no tocante às suas divisões militares, federais, estaduais, PMs e civil, omitindo o aprendizado do passado em prol de ensinamentos modernos, porém, nem sempre o ideal total para a solução de casos complexos. Por exemplo: Só sacar a sua arma para sua defesa ou, de outrem. Ver, ouvir e pressentir o que passa a sua volta. Não Matar!A não ser em defesa ou de outrem. Não algemar, a não ser em caso de necessidade. Patrulhar… Patrulhando tudo de errado, não passando em locais onde transcorram crimes, fazendo “vistas grossas”!(Jogos proibidos etc.).

Pelo que aprendi na minha modesta vida, pouco ou quase nada, valerá a modernidade se não tivermos, calcados na nossa mente, um modelo a ser seguido como exemplo do que nos é apresentado como novo e ideal, sabendo, Dele, extirpar o que não for explícito, portanto, claro e necessário!

Finalizando, devo deixar evidente de que, a omissão ou desligamento do ensinar e, do… Aprender! Com a Família, é um dos principais motivos dos desencantos e, até mesmo crimes, causados à humanidade, nos dias hodiernos, onde, as Crianças têm que se transformarem imaturas, em adultos, por falta de ensinamentos condizentes ao proceder bem! nina-leen-model-posed-putting-costume-jewelry-on-great-dane-childrens-fall-fashionApreendendo, nas Ruas, toda uma miscelânea de defeitos, não corrigidos, a tempo, pelos seus responsáveis! A Luz que poderia lhes clarear os caminhos, vêm, a Elas, cheia de penumbras e, desfocadas da realidade exemplar da felicidade e, do aproveitamento das novidades idôneas!

Published in: on dezembro 7, 2008 at 11:12 am  Deixe um comentário  

“O Vencedor está só”…e a maioria equivocada

146ace_1O mundo fantasioso de Bobby e as maravilhas do país de Alice já não me instigam mais.

A última tendência da moda passageira turbulenta, vinda empacotada em caixinhas de obsessões consumistas já não me interessa.

O grupinho medíocre do momento nunca me fez acreditar em quão bom poderia ser, o que na verdade nem era mesmo.

As alegrias momentâneas em um mundo de faz de conta da melhor  “night” ou “balada” da cidade não me leva a crer que me acrescentaria em coisa alguma. Na realidade, esta me subtrairia …… o sono, a disposição para uma manhã tranqüila de Cooper na praia, o dinheiro gasto em rios de bebidas, e a simpatia forçada e hipócrita a fim de receber alguma hipocrisia como retorno de um prazer imediato.

Tudo bem, eu confesso de que talvez eu esteja virando uma chata. Como pode, um mundo tão superficial e banal, aonde pessoas vivem de aparências e gozam de seus1387005995_8f980d9b5b poderes impotentes não me satisfazer mais?

Com o que mais eu poderia perder meu tempo senão o de fazer parte dessa grande massa preguiçosa, pela qual só faz número e ocupa o mundo não fazendo a menor diferença entre existir ou não, fazendo jus ao seu rótulo?

           

 

            Depois de ler a Obra de Paulo Coelho em “ O Vencedor está só”, holofotes me apareceram no final do túnel, me fazendo milhares de perguntas que rodeiam o próprio livro.

Afinal, para que tanta dependência de sacrifícios mediante “Status”  advindo de uma sociedade burra?

            Essa luta incessante por um lugar no trono ao lado do “Tal” não levará ninguém a lugar nenhum, senão à beira de um precipício. A SuperClasse ri de você. E eles já nem sabem mais quem são.

 

            Enquanto passam fome pensando em milhões de formas de se enquadrar na Terra do Nunca, acham que são reis. O que na verdade não passam de meros vermes alimentados pela ganância.

 

 

“Giselli Duarte”

Published in: on dezembro 3, 2008 at 7:18 pm  Comments (2)  

Bons sonhos !

Cada vez mais o tempo fica menos.
Estranho como hoje as pessoas vivem em suas pressas para realizarem seus “sonhos”.
Ontem foi ano novo, e hoje já é o Natal.
O mês parece durar uma semana, e a semana me faz parecer ter 24 horas.
Ansiedade, estresse, tristeza, alegria, solidão, prazer….
….agora compramos embrulhados pra presente em uma loja de vidas instantâneas.
Lutamos pelo que queremos amanhã. O mais triste de tudo isso, é que às vezes esquecemos de viver o hoje. E o ontem, ah o ontem, aquele que já virou um entulho de lixo em um terreno baldio qualquer da cidade.
Não se liga mais para um amigo ou parente quando o mesmo adoece, é mais fácil mandar um e-mail.
O jantar tradicional da família, em dez minutos fica pronto, pelo Goumert chamado microondas.
Corremos, sim corremos constantemente em prol de satisfações pessoais. Corremos muito, tanto que de vez em quando até tropeçamos nos moradores de rua de nossa cidade. Ah, mas é tão comum vê-los ali jogados, que…. já é normal!
Se, ao longo de nossa caminhada cometemos algum tipo de erro, e o mesmo não logrou êxito, queremos que Deus e o mundo parem para nos consolar. Achamos que somos os únicos em fazer a diferença, e por isso precisamos de bajulações para prosseguir.
As crianças choram por dizemos que não temos tempo para elas, pois estamos muito ocupados agora. Quem sabe, daqui….bom….quem sabe.
Quem precisa conversar, se temos televisões. Quem precisa ler, se temos informações mastigadinhas e prontinhas para recebermos pela tv?!
Ora, precisamos pensar um pouco mais em nós!
Violência exacerbada já é tão rotineira, que para dizer a verdade, não damos a mínima para “mais um dia que fulaninho morreu”. Isso não pode estragar nossos planos, precisamos seguir em frente, nossa estrela brilha em prol do nosso sucesso!
O mais legal é quando lemos aquela revistinha (manipuladora) e debatemos em cima do que nela escreveram com propriedade, afinal, somos tão intelectuais!
Votamos em quem está na moda, se não dá certo queremos fuzilar nosso grande eleito, porque gostamos de falar mal.
A propósito, não há coisa mais gostosa do que impor regrinhas tolas aos demais, e contradizer com nossas próprias atitudes. Isso é hipocrisia, isso é tão delicioso!!!
No final do ano, é a época em nos refletimos no que fizemos neste decorrer da correria de nossos dias. Quando damos conta, “nossa, como o tempo passa rápido, amigo!”. Lá vem o ano novo de novo, e de novo, e de novo, e será que vamos ter sempre essas atitudes mesquinhas de sempre e sempre….e sempre?!
Não dá pra pensar, estamos em uma luta constante pelo nossos sonhos. O que podemos também chamar de….individualismo.
Essa última palavra não pegou bem, mas é a que mais se adequou aos nossos….”sonhos”.
Sonhemos.
Bons sonhos.

Giselli Duarte.

Published in: on dezembro 2, 2008 at 3:14 pm  Comments (1)